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Destaques

No mês de abril de 2022, o Mário teve de ir ao Faial em trabalho e decidimos aproveitar esta oportunidade e irmos com ele para uma aventura de bicicleta em família pela ilha. Precisávamos de continuar a aprender sobre viajar de bicicleta, e a oportunidade pareceu-nos maravilhosa.  

or fim, temos um terceiro grupo onde estão aqueles aparelhos que foram desenhados e criados para navegação, mas por terem sistema operativo Android, podem também ser usados para outras funções associadas aos telemóveis e tablets. É exatamente neste grupo que se inserem os dois aparelhos GPS que vou falar. O Hugerock X70 e Hugerock X7.

Sendo eu um apreciador de aventuras em autonomia, a busca pelo GPS perfeito tem percorrido grande parte da minha vida. Desde a altura em que achava que não serviam para grande coisa, ainda nos anos 2000, até não ir para lado nenhum sem eles, já mais recentemente, muito mudou. Não só na tecnologia, mas também na forma de viajar em autonomia, que no meu caso é em família e com crianças pequenas. Esta particularidade leva-me a pensar muito bem na questão da segurança e planeamento de viagens para que nada saia ao lado.

Em 2021 fomos à Islândia de bicicleta e durante a viagem o Mário filmou algumas imagens com o objectivo de criar um vídeo um pouco diferente. Este é o resultado. Esta viagem foi a maior aventura das nossas vidas, 460kms em 20 dias pelas Highlands e o Miguel com apenas 6 anos percorreu tudo na sua Marin San Quentin 20, sem ajuda.

Depois de muito conversar e dada a adaptação extraordinária do Miguel à nova bicicleta, decidimos que este ano íamos mesmo viajar neste meio de transporte.  Agora só faltava escolher o destino. Pensámos em duas hipóteses, Islândia e Dinamarca. Este último seria a opção mais sensata, uma vez que o percurso seria à base de ciclovias e com excelentes infraestruturas para uma primeira viagem de bicicleta, mas não tinha, para nós, a magia de um país como a Islândia.

A Região de Coimbra é lindíssima e repleta de locais maravilhosos para descobrir. No site www.visitregiaodecoimbra.com estão disponíveis 9 roteiros de três dias e nós fizemos um deles, denominado “Terras Férteis de Ilustres Guerras” (Coimbra, Mealhada e Mortágua).Todos os roteiros…

Espero que ainda estejam aí desse lado! Já não vos escrevo há imenso tempo, já aconteceram tantas aventuras pelo caminho, surgiu uma nova forma de viajar que nos tem apaixonado, os miúdos estão super crescidos mas o gosto pela escrita…

Já estávamos no 5º dia da travessia, reservado para atravessar o espetacular deserto de areia preta o Maellifelsandur. Depois de passarmos a montanha Maelifell chegámos ao refúgio de Strutur onde íamos começar uma das mais difíceis jornadas de toda a viagem. O guarda do refúgio tinha dito que o caminho era difícil, mas até se fazia de bicicleta, mas a realidade foi outra! Tínhamos 7kms pela frente por uma pista abandonada quase invisível.

No mês de abril de 2022, o Mário teve de ir ao Faial em trabalho e decidimos aproveitar esta oportunidade e irmos com ele para uma aventura de bicicleta em família pela ilha. Precisávamos de continuar a aprender sobre viajar de bicicleta, e a oportunidade pareceu-nos maravilhosa.  

Em 2021 fomos à Islândia de bicicleta e durante a viagem o Mário filmou algumas imagens com o objectivo de criar um vídeo um pouco diferente. Este é o resultado. Esta viagem foi a maior aventura das nossas vidas, 460kms em 20 dias pelas Highlands e o Miguel com apenas 6 anos percorreu tudo na sua Marin San Quentin 20, sem ajuda.

Quando regressámos da Islândia inscrevemos o Miguel numa escola de BTT e com isso conhecemos algumas famílias que também gostam destas aventuras de bicicleta como nós. Queríamos partilhar estás aventuras com pessoas que gostam do mesmo do que nós e lançamos o desafio! E aconteceu algo incrível... Conseguimos juntar três famílias (6 adultos e 6 crianças), num passeio de bicicleta, com direito a campismo, muita diversão, praia, banhos de sol e de mar, fogueira e muita diversão. Acho que nem vos consigo explicar bem o que senti naqueles dias. Caramba, foi bom de mais!

Depois de muito conversar e dada a adaptação extraordinária do Miguel à nova bicicleta, decidimos que este ano íamos mesmo viajar neste meio de transporte.  Agora só faltava escolher o destino. Pensámos em duas hipóteses, Islândia e Dinamarca. Este último seria a opção mais sensata, uma vez que o percurso seria à base de ciclovias e com excelentes infraestruturas para uma primeira viagem de bicicleta, mas não tinha, para nós, a magia de um país como a Islândia.

Precisávamos de treinar e por isso resolvemos fazer mais um passeio. O destino foi alterado devido às temperaturas elevadas que se iriam fazer sentir. Optámos por andar junto à costa e foi uma boa escolha, o tempo esteve sempre ameno e no domingo até esteve mesmo meio Outono/Inverno.
Desta vez não saímos de casa de bicicleta, foram desmontadas no carro até ao local de início (ainda não tínhamos suporte para bicicletas nesta altura) e a partir daí fizemos um circuito circular. É uma logística difícil colocar tudo na parte de trás do carro, mas lá conseguimos fazer o tetris.

https://www.youtube.com/watch?v=jIcH_5T8YK0 O nosso primeiro passeio de bicicleta em família, com direito a dormida em campismo, foi na zona do Cabo Espichel e foram logo duas noites! O que é que isto significa? Peso, muito mais peso na bicicleta 😅 Para…

A Região de Coimbra é lindíssima e repleta de locais maravilhosos para descobrir. No site www.visitregiaodecoimbra.com estão disponíveis 9 roteiros de três dias e nós fizemos um deles, denominado “Terras Férteis de Ilustres Guerras” (Coimbra, Mealhada e Mortágua).Todos os roteiros…

Já estávamos no 5º dia da travessia, reservado para atravessar o espetacular deserto de areia preta o Maellifelsandur. Depois de passarmos a montanha Maelifell chegámos ao refúgio de Strutur onde íamos começar uma das mais difíceis jornadas de toda a viagem. O guarda do refúgio tinha dito que o caminho era difícil, mas até se fazia de bicicleta, mas a realidade foi outra! Tínhamos 7kms pela frente por uma pista abandonada quase invisível.

Atravessar os Alpes em fora-de-estrada já era algo que há muito vínhamos a pensar. Já conhecíamos parte deles em viagens de turismo e montanhismo, mas nunca nos tínhamos aventurado além das estradas. No entanto, pelas imagens e filmes que tínhamos visto ao longo dos anos sabíamos que era uma viagem possível e impressionante de se fazer. E assim foi, 2019 seria o ano dos Alpes.

Para a primeira vez decidimos não ir acampar e ficar em casa de amigos no Pinhal Novo. Definimos um percurso que fosse o máximo por caminhos de terra , preferencialmente não muito difíceis mas esta é uma questão sempre difícil de fazer à distância e evitando estradas muito movimentadas.

or fim, temos um terceiro grupo onde estão aqueles aparelhos que foram desenhados e criados para navegação, mas por terem sistema operativo Android, podem também ser usados para outras funções associadas aos telemóveis e tablets. É exatamente neste grupo que se inserem os dois aparelhos GPS que vou falar. O Hugerock X70 e Hugerock X7.

Qualquer viajante ou aventureiro certamente conhece a marca Garmin. Para muitos é sinónimo de aparelhos GPS, dado serem a principal marca que vende este tipo de dispositivos. E apesar de estarem desde sempre ligados ao mundo do todo-terreno e viagens Overland, foi nos últimos anos que a Garmin lançou os seus modelos mais vocacionados para este tipo de atividades. Falo pois do Overlander (2019), família Montana 7XX (2020) e família Tread (2021-2022).

Sendo eu um apreciador de aventuras em autonomia, a busca pelo GPS perfeito tem percorrido grande parte da minha vida. Desde a altura em que achava que não serviam para grande coisa, ainda nos anos 2000, até não ir para lado nenhum sem eles, já mais recentemente, muito mudou. Não só na tecnologia, mas também na forma de viajar em autonomia, que no meu caso é em família e com crianças pequenas. Esta particularidade leva-me a pensar muito bem na questão da segurança e planeamento de viagens para que nada saia ao lado.

Montana 750i vs Samsung Active 2, qual escolher para a viagem?Quando preparámos esta viagem de bicicleta, o GPS era um dos equipamentos mais importantes e sabíamos que era algo que não podia falhar na viagem. Previamos estar muitos dias isolados,…

A maioria dos atrelados para transporte de crianças baseiam-se num sistema de duas rodas com um braço que liga ao eixo da roda traseira. Este sistema permite na maioria das marcas ser usado também como carrinho de criança acoplando uma ou duas rodas a frente. No entanto ao terem duas rodas são pesados e podem tombar nas inclinações.

De resto é uma bicicleta com componentes de entrada de gama, compreensível para o preço, mas que no seu conjunto e excetuando a suspensão funcionam muito bem. Apresenta um quadro de geometria moderna e com distancia entrepernas reduzida. E como já foi dito está concebida para poder levar pneus mais largos que o normal. E mais importante de tudo o Miguel adora!

A nossa experiência tem sido bastante positiva. Este tipo de sacos pemite equilibrar um pouco o peso passando algum desse para a frente da bicicleta, especialmente útil em subidas ingremes!

Este da Suntour tem uma curiosidade. A suspensão não funciona na direcção do eixo do espigão, mas sim fazendo uma espécie de circunferência em volta do eixo da pedaleira. Em teoria este sistema tenta manter a distancia aos pedais igual, tal como os sistema de suspensão traseiro das bicicletas, especialmente útil em subidas íngremes.

Devido ao pouco espaço para levar carga nas bicicletas, tentamos aproveitar todos os espaços livres para colocar suportes. Um desses que arranjamos foram os Versa Cage da Topeak que são porta bidons de grande tamanho que se podem prender a qualquer tubo.

Uma das dificuldades que os miúdos têm nos primeiros temos a andar de bicicleta são as subidas. Em parte devido à falta de mudanças nas primeiras bicicletas mesmo subidas pouco inclinadas tem dificuldade. E depois o próprio cansaço físico e psicológico que ainda não sabem lidar. Estas dificuldades limitam muito a distancia que eles podem percorrer.

Em 2021 fomos à Islândia de bicicleta e durante a viagem o Mário filmou algumas imagens com o objectivo de criar um vídeo um pouco diferente. Este é o resultado. Esta viagem foi a maior aventura das nossas vidas, 460kms em 20 dias pelas Highlands e o Miguel com apenas 6 anos percorreu tudo na sua Marin San Quentin 20, sem ajuda.

A Região de Coimbra é lindíssima e repleta de locais maravilhosos para descobrir. No site www.visitregiaodecoimbra.com estão disponíveis 9 roteiros de três dias e nós fizemos um deles, denominado “Terras Férteis de Ilustres Guerras” (Coimbra, Mealhada e Mortágua).Todos os roteiros…

Atravessar os Alpes em fora-de-estrada já era algo que há muito vínhamos a pensar. Já conhecíamos parte deles em viagens de turismo e montanhismo, mas nunca nos tínhamos aventurado além das estradas. No entanto, pelas imagens e filmes que tínhamos visto ao longo dos anos sabíamos que era uma viagem possível e impressionante de se fazer. E assim foi, 2019 seria o ano dos Alpes.

Vimos agora falar-vos deste novo conceito de viagens que estamos a começar. Na realidade não é diferente do que já fazíamos, só muda o veículo que usamos. E claro toda a gestão que isso implica. Falamos pois de viagens de bicicleta. Ainda somos muito verdes nisto de modo que vamos começar por uma introdução, falar-vos de onde surgiu a ideia.

Acampar é passar tempo de qualidade com os miúdos e com a natureza, é estarmos ali para eles, é puxar pela nossa imaginação e criatividade para brincadeiras diferentes, é suscitar neles alguns interesses que nos dias de hoje acho que ficam um pouco esquecidos na correria do dia-a-dia e no mundo das tecnologias!

Ora bem, começar por escolher o tipo de material, gramagem da lona por causa das condições atmosféricas, qual a forma de colocar a capa protectora, fecho ou não fecho (para mim mais rápido e com menos probabilidade de se estragar), com o mínimo de janelas e janelinhas de montagem extra, ou seja depois de puxar para o lado tem de estar pronta, era isto que pretendíamos ...

Porque viajas de carro? É uma das perguntas que mais me colocam e por isso vou tentar responder, identificando os pontos cruciais neste post! O gosto pela aventura, pelo passeio, pela natureza, pelo ir vendo e ficando ao nosso ritmo, consoante nos apetece é sem dúvida algo que pesa muito na hora da escolha no tipo de viagens que fazemos!

A tão esperada viagem chegou finalmente! Já não íamos a Marrocos desde 2016, estávamos com bastantes saudades do país e de acampar com calor e queríamos muito ir os 4 nesta aventura 😍4300km, 750 deles em fora de estrada, 2 noites em parque de campismo, 1 em albergue, 1 em hotel e 6 noites em campismo selvagem (seguidas).

Ontem fomos à Nauticampo mas ficámos um pouco decepcionados, tudo muito virado para o caravanismo e para a parte náutica! Íamos na esperança de ver alguns exemplos de tendas de tejadilho porque gosto muito de ver as coisas ao vivo e a cores, ver no écran do computador para mim não chega!

Ora bem, campismo não é sinónimo de falta de higiene, dores de costas e comer massa com atum! Não minha gente! O nosso campismo tem direito a fogão de dois bicos, fazemos guisados e grelhados, temos mesa com bancos e cadeiras, não é preciso comer no chão temos uma arca no carro por isso é como ter o frigorífico lá de casa, temos um colchão jeitoso e tendas grandes, fomos aumentando consoante a necessidade, para quando o campismo é selvagem podermos fazer a higiene à vontade.

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