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Roteiro de 3 dias pela Região de Coimbra

A Região de Coimbra é lindíssima e repleta de locais maravilhosos para descobrir. No site www.visitregiaodecoimbra.com estão disponíveis 9 roteiros de três dias e nós fizemos um deles, denominado “Terras Férteis de Ilustres Guerras” (Coimbra, Mealhada e Mortágua).
Todos os roteiros apresentados têm em comum a cidade de Coimbra, e foi mesmo pela cidade dos estudantes que resolvemos iniciar o nosso passeio.

Já tínhamos estado em Coimbra várias vezes, mas nunca tínhamos dado à cidade a oportunidade de a conhecermos de forma mais completa como fizemos nesta visita.
Sendo as margens do rio Mondego, com uma vista lindíssima dos pontos mais altos e com um vasto e incrível património, é uma cidade que nos encantou e apaixonou.

A Universidade de Coimbra foi fundada a 1 de Março de 1290, sempre foi um local muito importante para Portugal e em 2013 foi inscrito na lista dos locais reconhecidos como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. Fisicamente a Universidade é composta pelo Paço das Escolas, pela Porta Férrea, pela Torre, pela Biblioteca Joanina (situa-se no mesmo edifício a Prisão Académica), pela Capela de S. Miguel e pelo Palácio Real (sala de armas, sala grande dos atos ou sala dos capelos e sala do exame privado).

Os miúdos ficaram deslumbrados com a grandiosidade das salas, das cadeiras, dos detalhes dos quadros e tetos do Palácio Real e todos ficámos maravilhados com a vista lindíssima que temos sobre a cidade ao subir à torre.

Amei voltar à Universidade de Coimbra, e é incrível como me lembrava tão bem de como é o interior da Biblioteca Joanina, que visitei há imensos anos numa visita de estudo com a escola. Aquelas salas são maravilhosas e inesquecíveis. É fantástico podermos visitar locais importantes onde por exemplo decorria a tomada de posse do Reitor.
Uma curiosidade, sabiam que na Biblioteca Joanina existem morcegos e que estes ajudam a proteger os livros dos insetos (nomeadamente das traças)?

Não visitámos a Capela de S. Miguel porque estava interdita, devido a um velório. O site da Universidade é impecável neste aspecto de nos informar sobre as alterações aos horários normais dos monumentos. 

Os miúdos adoraram visitar o Gabinete de Curiosidades e o Laboratório de Chímica, foi tão difícil tirá-los de lá 😅Uma visita muito interativa, onde os miúdos podem experienciar diferentes tarefas que os deixa boquiabertos e que os faz aprender brincando. Para nós adultos é igualmente incrível, com temas muito interessantes. A sala do Gabinete de Curiosidades é “inesperada” e prepararem-se para perder ali um bom bocado do vosso tempo a apreciar as coisas mais estranhas que podem imaginar.

A visita ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, ficou marcada por quem tão bem nos recebeu. O Mosteiro foi fundado pela primeira vez a 13 de Abril de 1283, por Dona Mor Dias, dama da nobreza, e foi refundado a 10 de Abril de 1314, por Isabel de Aragão. 

Logo no início da visita há uma sala onde passa um vídeo explicativo da história daquele local e do que ali aconteceu. Ficamos logo enquadrados para a restante visita ao longo do Centro Interpretativo. A nossa visita tinha terminado quando fomos abordados pelo senhor do museu, que nos questionou se tínhamos conseguido descobrir o Paço da Rainha que era falado no vídeo inicial. Como não tínhamos dado com ele o senhor acompanhou-nos e levou-nos até lá, dizendo que tinha sido ali que a Rainha tinha vivido e onde Isabel de Aragão tinha sido assassinada. Entretanto continuou a conversa e explicou-nos que a sepultura da Rainha inicialmente estava numa igreja ao lado da igreja principal, que ficou submersa com as cheias, levou-nos ao local e indicou o sítio exato. Explicou-nos também, num quadro que está no corredor, que a entrada na cidade, pela rotunda, tinha uma portagem, era necessário pagar para entrar na cidade. Tudo isto para vos falar da amabilidade incrível deste senhor, e é destas experiências que são feitas as viagens e as recordações que temos delas.  

Uma pequena nota, a visita neste momento é apenas pelo centro interpretativo e através de um passadiço ao longo da zona envolvente do Mosteiro, as visitas dentro do Mosteiro estão interditas, mas o senhor referiu que esperam no início do ano poder retomar as visitas na íntegra ao Mosteiro. 

O Centro Interpretativo apresenta o espólio recolhido nas escavações e mostra-nos o quotidiano do dia a dia no Mosteiro, sendo o título da exposição permanente “Freiras e Donas de Santa Clara: Arqueologia da Clausura”.

Passear pelas ruas da cidade é sempre uma forma de absorver a energia da mesma e sentir um pouco mais a experiência no local. Saímos ainda de dia e voltámos depois do sol se pôr. Observámos a arquitetura, sentimos o cheiro das castanhas assadas, vimos as decorações de natal, ouvimos as conversas e sorrisos das pessoas, vimos a azáfama nas compras de natal e os turistas pela cidade, passámos pelo mercado quase a fechar, passeámos pela famosa e importante Rua da Sofia e visitámos a Sé Velha.

A Rua da Sofia é uma via larga, comprida e retilínea, com 460 metros de comprimento e 12,5 metros de largura, vai desde o Mosteiro de Santa Cruz até à Ladeira de Santa Cruz. Apresenta muitas características renascentistas e foi, tal como a Universidade, reconhecida como Património Mundial da Humanidade. 

A Sé velha de Coimbra foi construída no século XII, sob a orientação do Mestre francês Roberto e é um dos edifícios em estilo românico mais importantes de Portugal e a única catedral portuguesa românica, da época da Reconquista, que sobreviveu relativamente intacta até aos nossos dias.

A entrada na Sé Velha é paga, 2,5€, mas vale a pena visitá-la sem dúvida. Quando entramos não imaginamos o que está lá dentro, para além de todas os detalhes importantes, como a Porta Especiosa por exemplo, tem também um claustro maravilhoso, mandado construir já depois da sua construção inicial, sendo uma das primeiras experiências góticas em Portugal.  

Por último, mas não menos importante, o Jardim Botânico é um dos pontos mais bonitos da cidade, e de visita quase obrigatória a quem passa por lá! De uma beleza ímpar é também um local incrível para os miúdos poderem explorar à vontade, correrem e estarem em contato com a natureza. A entrada neste local é gratuita, mas a visita à estufa só é realizada por marcação.

Não visitámos o Portugal dos Pequenitos por falta de tempo, porque isto de viajar com crianças leva o seu tempo e não pode ser tudo ao ritmo que queríamos, mas coloquem no vosso roteiro este local porque é maravilhoso. O brilho no olhar dos miúdos é tão bom. Quando fomos lá foi mesmo um dia mágico, lembrei-me de quando visitei em pequenina e foram tão boas essas memórias. 

Coimbra é uma cidade com tanto para nos dar! Saímos com a certeza que vamos voltar.

Continuando o roteiro de três dias pela Região de Coimbra, de seguida fomos explorar a zona da Mealhada! E que bela surpresa que foi!

A Batalha do Buçaco teve lugar em Setembro de 1810 e foi a primeira derrota francesa durante a terceira invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. As forças portuguesas e britânicas eram lideradas pelo Duque de Wellington e as forças francesas pelo Marechal Massena. Os franceses tentaram por seis vezes derrotar as tropas anglo-lusas e em Outubro de 1811 acabaram mesmo por se retirar e deixar Portugal livre das designadas invasões francesas.

Fomos ao Museu Militar do Buçaco, onde a senhora que nos recebeu com imensa simpatia, nos explicou que o preço de entrada é 3€ por pessoa, as crianças até aos 12 não pagam, mas que há um bilhete de família que custa 5€ e era esse o que nos iria cobrar.  O museu é composto por duas salas, onde estão expostas peças de artilharia, peças de armamento, fardamento e outras relacionadas com a Guerra Peninsular e onde aprendemos imenso sobre a Batalha do Buçaco.

Uma curiosidade, quando pedi ao Miguel para tirar uma foto junto de um quadro que ele estava a observar, respondeu-me que não queria, “não gosto de violência mãe”. Tem muitas brincadeiras mais brutas, mas depois quando falamos de atos de violência sérios e reais ele fica sempre incomodado. 

A Madalena andava super entretida, quem a conhece calcula porquê! Queria uma cidade como aquelas (as maquetes) no natal, porque tinham imensos cavalos🤣 E na saída quis comprar um postal porque tinha um cavalo claro!

Dali fomos ver o Obelisco, que é um monumento comemorativo da Guerra Peninsular. 

Seguimos para um local que já há muito queria visitar, a Mata Nacional do Bussaco. Esta Mata compreende atualmente cerca de 105 hectares envolvidos, numa extensão aproximadamente de 5750metros por uma cerca. Apresenta uma das melhores coleções dendrológicas da Europa, e a par desta diversidade de flora apresenta também uma biodiversidade de fauna, de relevante valor.  

A entrada na Mata é gratuita se formos a pé ou de bicicleta e é paga se formos com algum veículo motorizado (o valor varia consoante o veículo), nós decidimos visitar a pé =) Primeiro fomos até à Cruz Alta de carro, apreciar a vista e depois entrámos na mata a pé, seguimos pela estrada até à zona da loja e da entrada no convento, passando pelo hotel, que é MARAVILHOSO, um edifício lindíssimo.

Gostámos muito de conhecer o Convento de Santa Cruz do Bussaco, o bilhete custa 3€ por pessoa e as crianças até aos 12 não pagam. Não têm multibanco mas podemos adquirir o bilhete pagando com multibanco na loja que é mesmo ao lado.

Este convento foi fundado em 1628 pelos Carmelitas Descalços e teve um papel fundamental na Batalha do Bussaco, servindo as suas instalações para hospedar o Duque de Wellington. 

Ficámos espantados com o uso da cortiça em todo o espaço. Este material foi utilizado na construção até ao período medieval. Era utilizado com diferentes finalidades, construtivo, conferindo maior resistência e impermeabilidade, mas também decorativo.  

O ponto alto da visita foi sem dúvida a subida à torre sineira, onde temos de subir 54 degraus em caracol até aos sinos e onde adivinhem… se pode tocar o sino!! A Madalena ficou eufórica, o Miguel não gostou muito porque é um som forte. Ele é bastante sensível, até nestas coisas dos sons e das sonoridades!

Na loja podemos adquirir mapas da mata. Há dois mapas, cada um deles tem o custo de 1euro, um tem os percursos mais fáceis e informações da fauna e flora e outro tem trilhos mais longos e com informações de locais importantes. A senhora que nos atendeu foi muito atenciosa, a tentar explicar quais os trilhos mais bonitos e quais os mais indicados para fazer com as crianças. Até referiu a única zona plana da mata, junto às portas de Coimbra, para eles brincarem à vontade. Uma simpatia que não se esquece!

Seguimos alguns dos trilhos dos mapas, e é incrível passear por ali. Faz lembrar um pouco Sintra, pela vegetação, pelo verde, pela magia do local, pelo misticismo, não sei explicar. Está tudo muito bem indicado, com locais para nos sentarmos se necessário e com algumas mesas para podermos comer.

Um dos pontos positivos de viajar fora do verão e dos dias mais amenos é o facto de termos poucas pessoas nos locais mais turísticos. Foi muito agradável passear pela Mata do Bussaco com poucos turistas, contei pelos dedos das mãos as pessoas com quem nos cruzámos.

Seguimos para o Luso onde andámos a passear pelas ruas. Passámos nas Termas, mas não havia tempo para disfrutar delas, por isso ficou a vontade de um dia destes voltarmos para experimentar! Algo que gostei imenso no Luso foi a existência ao longo das ruas de máquinas fotográficas antigas, nas quais, ao olhar pelo óculo, víamos fotografias de como era aquela rua antigamente. Achei delicioso este pormenor.

Passeámos um pouco junto ao centro da cidade da Mealhada, e passámos junto ao parque da cidade, que nos pareceu super convidativo a uma pausa do passeio turístico, não o fizemos, mas fica a dica.

Fomos até à Pampilhosa, para visitar a casa Quinhentista, mas batemos com o nariz na porta, como se costuma dizer. Ainda demos umas voltas para ter a certeza que estávamos no local certo e acabámos por perguntar a um senhor se era mesmo ali. Ele disse que sim e nós perguntamos porque não estava aberto (no google dava indicação que estaria aberto), ao qual ele respondeu “Não abre sempre, é preciso pedir a chave ao Sr. Presidente”. Ficámos um pouco tristes porque fizemos um desvio para visitar algo que estava num roteiro turístico, confirmámos que estava aberto e quando chegamos lá afinal não está e pelo que percebemos só está às vezes…!

A terceira e última paragem do roteiro foi a zona de Mortágua, um dos marcos da famosa N2. A vegetação com umas cores avermelhadas e vários tons de verde, o nevoeiro baixo sobre a vegetação, tornavam a envolvente num ambiente místico, super bonito e convidativo a apreciar tamanha beleza. 

Parámos no parque de merendas onde há a capela e o moinho da Nossa Senhora da Ribeira da Marmeleira. Perguntámos a um senhor que estava por ali, se o moinho não está aberto para visitas, ao que nos respondeu que para visitar temos de pedir ao presidente, fica a dica para quem quiser ter uma visita a este local que deve ser bastante interessante. Ficámos à conversa com o senhor, que tinha morado 30 anos na margem sul, na nossa zona, e que depois tinha decidido ir morar para ali, porque a mulher tem lá as suas raízes e o convenceu a mudar para lá. Ali se fixaram e é ali que gosta tanto de morar. Se tivéssemos tempo ficaríamos por ali toda a tarde a conversa com o senhor, e estes momentos inesperados são tão bons!

Passámos pelo Centro de Interpretação “Mortágua na Batalha do Bussaco”, mas com muita pena nossa está fechado ao fds.

Subimos até ao Santuário do Cabeço do Senhor do Mundo. Estava nevoeiro, pouco se via da vista, mas os miúdos adoraram o baloiço que lá está. Em dias com céu aberto a vista deve ser incrível sem dúvida.

Fomos depois em direção Santuário de Nossa Senhora do Chão dos Calvos, uma zona cheia de eucaliptos e por isso com aquele cheiro característico, pelo menos para mim, das Beiras. Começou a chover imenso, mas ainda deu para ter uma ideia da beleza do local.

Estes dois últimos pontos de interesse estavam fechados, ou seja, as capelas estavam fechadas, apenas se podia visitar o exterior, o espaço envolvente. É verdade que já é quase inverno e o dia não estava bonito, poucos turistas passam por ali, mas também ficámos desiludidos quando vamos visitar um ponto que vem indicado num roteiro e chegamos lá e apenas visitamos capelas fechadas e espaços praticamente desertos.

A Albufeira e Barragem da Aguieira foi também um local onde gostámos muito de passear. A natureza para nós é sempre um dos pontos importantes nos nossos passeios e esta Albufeira aqueceu-nos a alma.    

Passámos pela aldeia de Mortazel, com uns alojamentos locais bem castiços, muito bonitos e muito bem enquadrados na estrutura da aldeia. No verão deve ser agradável passear e ficar na zona junto ao rio. Ali mesmo ao lado, a aldeia de Tojeira bastante pitoresca, com casas de pedra características da região.

Na região podemos também visitar dois moinhos, o de Moura e o de Sula. Ambos apenas de visitam por fora, foram dois postos de comando com localizações estratégicas durante a Batalha do Bussaco. Na povoação do Barril foi feito em 2021 um mural dedicado à temática das “Invasões Francesas”. Está incrível!

E o ponto alto desta visita foi sem dúvida o Núcleo Museológico da Irmânia – Raízes e Memórias, situado na Marmeleira. Um espaço dedicado à preservação e  divulgação do património cultural e histórico daquela região. Chegámos e a senhora Rosa veio ao nosso encontro e disse-nos que estavam numa reunião e por isso o museu estava fechado. Nós questionámos se não podíamos voltar mais tarde, ela concordou e disse para voltarmos dali a uma hora e meia. Entretanto atrasamo-nos e chegámos duas horas e meia depois, e fomos tão bem recebidos!

Uma visita guiada só para nós, o senhor Márcio falou-nos da primeira sala intitulada por “República, Educação e Liberdade”. Basílio Lopes Pereira, nasceu em 1894 na Marmeleira, era republicano e para comemorar o 2º aniversário da República, fundou o jornal “Sol Nascente”, e todas as vendas revertiam para a construção de uma Biblioteca Popular naquela localidade. Em 1913, em conjunto com mais 4, foi fundado o Centro Democrático de Educação Popular, conhecido como Escola Livre da Irmânia, com o objetivo de fomentar a instrução pública e a cultura. Nesta sala existem documentos e informações sobre a história, de como surgiu a Irmânia, como foi fundado o jornal “Sol Nascente”, quem eram os cinco principais elementos, três deles irmãos, que o principal objetivo sempre foi a educação (eles apenas queriam melhorar a educação e prestar melhores meios para uma melhor educação), e como defendiam as ideias republicanas foram presos por isso.

Explicou-nos até que um dos irmãos não casou nem teve filhos e que deixou a sua herança para as pessoas da Marmeleira e que se fundou uma IPSS que ainda existe nos dias de hoje. A sala ao lado tem retratadas as principais profissões da época (1900), lavrador, barbeiro, enfermeiro, sapateiro, lavadeira, pastor, resineiro, moleiro e ferreiro.

A senhora Rosa falou-nos da casa típica e da mercearia que foi retratada por esta Associação. A casa tem imensos objetos da altura, desde as panelas de ferro, as camas de ferro, os utensílios de cozinha, o berço junto à cama que rodava todas as casas, só havia um na aldeia, os bancos de madeira, os quadros religiosos, e os utensílios de barro. A parte de baixo da casa tinha a oficina e a adega. Até tem uma casa de banho no exterior como na altura. Numa outra sala temos a referência ao linho e à importância do mesmo na altura, que era semeado e tratado desde o seu início até aos trabalhos manuais feitos com ele. O senhor Pedro acompanhou-nos sempre e explicou-nos também alguns pormenores. Uma associação com poucas ajudas, que funciona basicamente do voluntariado das pessoas, com um projeto MARAVILHOSO! Só vendo mesmo! A reunião que tinham tido nessa tarde era para decidirem quais os dias e qual o horário em que estariam abertos ao publico e ficou estipulado que será de 5ª a domingo das 14H às 18H, e o valor da entrada são 2€ (as crianças não pagam). O espaço também tem a capacidade para realizar eventos e almoços/jantares temáticos. Se passarem por lá é um local de passagem obrigatória, acreditem!

Foi um passeio em família super produtivo, no que respeita a entretenimento, aprendizagens, contato com a natureza e tempo de qualidade em família. 

Vão e visitem =)

Projeto cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia.

Deixo-vos agora alguns sites que podem ajudar a planear o vosso passeio por esta região, onde podem também verificar horários e preçário dos monumentos. E deixo também o roteiro que fizemos em modo resumido, apenas com o nome dos locais e hiperligação do Google maps.

Posted in As nossas viagens, Conselhos e dicas, Destaques

2 Comments

  1. Sérgio Henriques

    Que belo roteiro! Lindas fotos e videos! Obrigado pela vossa partilha tão detalhada. Teremos em conta esta sugestão numa próxima passeata em família! Beijinhos e abraços da família Henriques

    • mamaoverlander

      Muito obrigada pelo feedback Sérgio!
      Gostámos mesmo de passear por aqui e os miúdos também! Há diversão para todos e é um fds bem agradável em família!
      Beijinhos a todos

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